Nas rodas de conversas daqueles mais distantes da política, ou seja, que não dependem da estrutura do governo, o som que prevalece é o silêncio. Nós já vimos essa cena em eleições anteriores, em Teresina e Floriano. Quando o indivíduo percebe que a máquina do poder e a narrativa dominante impõem uma “maioria artificial”, ele se cala. No Piauí, expor o voto na oposição custa caro. Por isso, o eleitor adota a prudência. Na verdade, a decisão já foi tomada. Ele só não quer confusão. No dia 4 de outubro, será apenas ele e a urna. É nesse cenário de desconfiança que entendemos como funciona a Teoria da Espiral do Silêncio. Você concorda com o jornalista @denilsonavelino?






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