O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) realizou, nesta terça-feira (15), sessão extraordinária marcada por intensos debates regimentais sobre a condução das petições ligadas ao chamado Caso Banco Master. O mérito das ações não chegou a ser analisado devido a um pedido de vista do ministro Flávio Dino. Este é o período mais obscuro que a máxima instância judicial do Brasil passa desde sua criação. A sensação é de que o STF está envolto à lama e sem perspectiva para uma limpeza efetiva. A sessão teve como ponto central a definição dos ritos processuais das Petições 16.662 e 16.704.
Por maioria de 4 votos a 3, os ministros acompanharam o entendimento do presidente da Corte, ministro Edson Fachin, decidindo pela manutenção da análise separada dos processos que citam os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. Durante os trabalhos, o decano da Corte, ministro Gilmar Mendes, apresentou uma questão de ordem propondo a unificação das pautas e o adiamento das deliberações. O debate sobre a proposta foi interrompido quando o ministro Flávio Dino solicitou vista dos autos para examinar a matéria, paralisando temporariamente o julgamento. Atenção! Imagem gerada por inteligência artificial.






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