Em nota publicada nas rede sociais, o presidente do clube alvinegro, pediu mais um voto de confiança ao torcedor que se decepcionou com a perfomance do time nesta temporada. Anderson Kamar admite que o Corisabbá vive um momento de reconstrução após uma trajetória marcada por dificuldades.
Atualmente, o Corisabbá atravessa uma fase complicada já que foi oficialmente rebaixado para a Série B do Campeonato Piauiense de 2027. A queda foi confirmada na última rodada da primeira fase do estadual de 2026, após o empate em 0 a 0 contra o Piauí no Estádio Tibério Nunes, em Floriano.
O clube terminou na sétima posição, com apenas cinco pontos, três a menos que o Teresina, que foi o primeiro time fora da zona de rebaixamento. Com isso, o Corisabbá, campeão invicto da Série B em 2025, não conseguiu repetir o desempenho na elite e voltará a disputar a divisão de acesso no próximo ano. Além dele, o Parnahyba também foi rebaixado, encerrando a competição na última colocação.
Para resgatar a confiança do torcedor, o time publicou uma longa nota que relata a situação que a atual administração assumiu o plantel. Segundo a publicação, o primeiro passo foi a regularização do CNPJ da entidade. Em seguida, mesmo com orçamento limitado, foi traçado o plano de retorno à Primeira Divisão do Campeonato Piauiense. O esforço rendeu frutos: no segundo ano, o Corisabbá conquistou o vice-campeonato contra o Oeirense e permaneceu por três temporadas na elite estadual, sempre com o menor orçamento entre os concorrentes.
A queda veio em um ano difícil, mas a resposta foi imediata: em 2025, o alvinegro florianoense voltou à primeira divisão como campeão invicto, reacendendo a esperança da torcida. Hoje, porém, o cenário é mais delicado. Em 2026, o foi rebaixado.
Apesar das adversidades, a diretoria reforça que o trabalho é feito com amor e dedicação, lembrando que o atual gestor foi atleta e torcedor desde criança. A mensagem é clara: o Corisabbá já mostrou que pode se reinventar e, como uma águia que renasce das cinzas, busca novamente se levantar. O Estádio Tibério Barbosa Nunes, com capacidade para 4.500 torcedores, segue como palco da luta de um clube que insiste em escrever sua história de resistência e paixão pelo futebol piauiense.






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