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"Pé de cabra" e manchas de sangue elucidam crime bárbaro no Piauí

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O que era para ser apenas uma noite de descanso em Pajeú do Piauí transformou-se em um cenário de filme de terror que chocou todo o estado. O desaparecimento do senhor Cipriano Amorim Sousa, de 50 anos, teve um desfecho macabro nesta quarta-feira, quando a Polícia Civil desvendou uma trama de sangue e frieza absoluta. Tudo começou no último dia 26, quando familiares desesperados buscaram ajuda policial, dando início a uma caçada que revelaria um destino cruel. Através de câmeras de segurança, os investigadores visualizaram os últimos passos da vítima: Cipriano, visivelmente embriagado e vulnerável, saiu de um bar no centro da cidade direto para o carro do seu carrasco, R. N. da C., um jovem de apenas 22 anos que escondia uma mente assassina por trás de uma aparência comum.

A casa do suspeito, que deveria ser um lar, era na verdade o palco de uma execução brutal. Ao entrarem no imóvel, os policiais se depararam com vestígios de um massacre: manchas de sangue espalhadas e a arma do crime, um pé de cabra ainda sujo, usado para tirar a vida da vítima sem qualquer chance de defesa. Encurralado pelas evidências e pelas contradições de seu próprio depoimento, o criminoso confessou o impensável: ele matou Cipriano no dia 21 de janeiro e, em um ato de desumanidade, arrastou o cadáver para a fossa da residência, onde o corpo permaneceu oculto enquanto a família buscava por respostas. O resgate dos restos mortais, já em avançado estado de decomposição, exigiu uma força-tarefa entre o Corpo de Bombeiros e a perícia criminal. Agora, enquanto o "carro tumba" levava o que restou de Cipriano, a população de Pajeú tenta entender o que motivou tamanha selvageria, enquanto o assassino aguarda o julgamento atrás das grades.

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